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São espíritos de seres humanos mortos, considerados negativos e obsessores, presentes nos cultos da Umbanda, do Candomblé e da Quimbanda.

São espíritos ainda muito apegados ao mundo material e à sua última encarnação, normalmente revoltados e indisciplinados, que, quase sempre, não aceitam sua nova condição imaterial.

Por isso, são passíveis de serem corrompidos, mediante ofertas mais materializadas, prestando-se, então, à realização de trabalhos maléficos.

 

Os Quiumbas têm a capacidade de drenar energeticamente uma pessoa, retirando-lhe as defesas imunológicas, diminuindo suas forças físicas e, principalmente, desestruturando seu equilíbrio psicológico e reduzindo sua disposição para a vida.

Por isso, valendo-se dessas características, os interessados em trabalhos negativos, de magia negra, deles se utilizam.

Por outro lado, os Quiumbas podem se ligar a uma pessoa por livre iniciativa, obedecendo-a.

O Candomblé não aceita a presença dessas entidades, afastando-as por meio de rituais.

A Umbanda, através de sessões ou trabalhos apropriados, tenta encaminha-los no mundo astral, por meio de doutrinamento realizado com o auxílio de incorporações controladas, realizadas em médiuns para tanto preparados.

 A Quimbanda utiliza-os em seus trabalhos.

                              

Vale aqui ressaltar uma impropriedade muito comum de ser observada nos terreiros por pessoas e até filhos-de-santos não muito bem informados: a de confundir os Quiumbas com os Exús.

Nada mais equivocado.

O Exú é uma entidade diferente, que se inscreve numa categoria situada entre os Orixás e os seres humanos, uma figura situada no limite entre o astral e a matéria, que de forma alguma pode ser confundida com as almas dos mortos, quer Eguns, quer Quiumbas.

  Quiumbas

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